quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Lixo, luxo...agradecimentos!!!

Hoje, a Tapera Urbana foi citada, no saboroso bloguinho www.receitinhasedicasdavovoro.blogspot.com da Rô, minha grande amiga de fé, que fez o seguinte comentário:
Lixo que vira Luxo.
“- Larga isso aí, é lixo!” Quantas vezes ouvimos falar isso...
É lixo da rua, lixo de casa, de hospital... na televisão e nos jornais, até de lixo atômico já ouvimos falar. Mas, afinal, o que essa palavrinha quer dizer? Se pensarmos em tudo aquilo que jogamos fora diariamente e no motivo de fazer isso, chegaremos próximos a uma resposta.
Esse é um tema que eu gosto de abordar aqui no meu espaço. E vou aprendendo aqui e ali, com pessoas que venho conhecendo nesse maravilhoso mundo da blogosfera. Já disse aqui o quanto sou apaixonada pelo site Vila do Artesão e tudo o que aprendi a gostar com a Fernanda do Atelie Tapera Urbana. São pessoas que me fazem ver a vida de um lado, o qual não via. Aprender, aprender sempre aprender, essa sempre foi a minha meta e o meu caminho. Errei muito durante anos de minha vida, mas hoje tento concertar meus erros, feliz ou infelizmente sou um ser humano que erra e que peca. Mas tenho a capacidade de pedir perdão pelos meus atos e atitudes erradas. E por isso agradeço, só agradeço.


Rô!
Gostaria de repetir aqui, o que já falei à você, hoje. Estou muito feliz em saber que minhas idéias sustentáveis servem de inspiração para você e tantos outros amigos que acreditam que com pequenas parcelas de boa vontade e persistência, pode-se transformar o mundo. Basta acreditar. Confesso que eu também não fui sempre assim. Eu não tinha noção do quanto algumas das minhas atitudes prejudicaram este maravilhoso planeta. Mas, a gente cresce, evolui e descobre que a verdadeira essência da vida está no amor à Deus, ao próximo e a nós mesmos e é na simplicidade da vida, que acharemos a verdadeira paz de espírito que tanto se procura.
Quem trabalha com artesanato sabe muito bem, o prazer que ele nos dá. Enquanto as mãos criam formas, os olhos se enchem de cores, e a mente já colorida se aproxima mais e mais de Deus. E nestes encontros sempre tão inspiradores eu descobri que "Um magnífico vaso de cristal ou uma simples latinha velha transmitem por igual toda a exuberância e o explendor de uma linda rosa."

Muito obrigada por mais este carinho.
Gde abraço.
Tua sempre amiga Fê.

Feito em casa?!

Quinta-feira...
Dia de pensar em criar algo diferente e bonito para enfeitar a casa neste findi. E nada melhor do que o tema "Primavera".
Agora é a vez dos vidros transparentes.

Velas brancas em um copo enfeitado com as flores do jardim e está pronto um lindo candelabro de mesa.

Um simples vidro envolto em um suporte de arame faz a diferença de uma parede branca.
Fotos: via net

Bem-vinda Primavera!!

A PRIMAVERA chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la.

Cecília Meireles











Fotos: via net

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Sentada à espera da Primavera


Sem espaço?? Sem desculpas!!
Para os apaixonados por plantas e flores, qualquer coisa é possível. Até mesmo transformar o assento de cadeiras antigas ou vasos sanitários em sugestivas floreiras.
E elas contentes, retribuem este carinho, exibindo todo o seu colorido, o seu perfume e seu encanto de flor.







Fotos: Via net

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Organizando as fitas e rendas

Uma sugestão bem legal para as amigas apaixonadas por costura e bordado, e que gostam de tudo muito bem organizado.
Pegue alguns prendedores de roupas e envolve-os com as rendas, fitas, passa-fitas entre outros. Separe-os por cores e suspenda-os em cabides que também podem ser reciclados com pedaços de arame.
Muito prático e de fácil alcance.

Fotos: via net

Neste feriadão teve...

Sinais de primavera...


Tradição

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Feriado Farroupilha


...Quem inventou fronteiras e divisas
Não conhecia as aves e os ventos.
Nem aprendeu com o sol e as estrelas
que a liberdade é mais que um documento;
que por andar se alargam territórios;
que um fogo-morto ou uma cruz-de-estrada
dizem mais do que notas registradas,
com nomes e traçados, nos cartórios.


Trecho de "Fronteiras" de Colmar Duarte.