terça-feira, 5 de outubro de 2010

Brincando de pescar

Depois de uma colorida leitura, quem sabe uma pescaria reciclada. Os peixinhos vão adorar!!



Fotos: via net

Livro das cores

Adoro OUTUBRO.
Mês colorido, perfumado, revigorante, primaveril, sábio. Afinal é um mês cheio de comemorações espirituais e intelectuais. Temos o dia de São Francisco de Assis, de Nossa Senhora Aparecida, dia das Crianças, dos Professores e para completar a "perfeição" deste mês, temos o aniversário da Fernanda ...hehe.  Pois é, neste quinta-feira estarei alcançando mais uma primavera. Mas, com brincadeiras à parte e aproveitando o tema "Dia das crianças",  trouxe este post  com o Livro das Cores que achei lá no http://www.binditall.blogspot.com
Um livrinho super divertido e direcionado aos pequeninos, que os ensina a identificar as cores  de um jeito bem sustentável, pois ele é confeccionado com rolos de papel higiênico. Cada "folha" é de uma cor que traz o respectivo nome e os marcadores são de fitinhas, rendas e até um pedaço de fita métrica.  Muito original. E o mais legal disso é que ele pode ser montado com a ajuda da criançada.
  
 


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Borboletas em decoupage


Aproveitando o tema primaveril, resolvi dar um visual novo a uma cestinha bem antiga que estava guardada já havia bastante tempo. Pintei-a de branco, decorei-a com lindas borboletas em papel e pequenas flores em tecido.
Enquanto aprontava a peça, lembrei-me de uma situação que agora posso dizer que foi hilária, mas por muito pouco não se tornou dramática.
-Tenho uma amiga que adora cestinhas de vime. Ela guarda todas. As que costuma ganhar em datas especiais, além daquelas recolhidas do lixo.
Vez em quando ela me liga oferecendo algumas destas, já que não encontra mais lugar para guardá-las. E eu não querendo desmotivá-la, aceito todas.
Um dia quando retornava do trabalho, encontrei na portaria do prédio, uma enorme sacola contendo várias cestas, que minha amiga havia deportado lá para casa. Peguei a sacola, subi e larguei a mesma em cima de uma poltrona. Ficaria ali até o outro dia, já que eu havia chegado muito cansada e sem vontade de desatar o "delicado" nó, que lacrava a sacola plástica.
Na manhã seguinte, levei o maior susto... Minha sala estava infestada por.............................cupins. 
Paredes, teto,  móveis, cheinho deles. Daí comecei a imaginar de onde poderiam ter surgido tão repentinamente? Foi quando lembrei da sacola com as cestas. Não pensei duas vezes, peguei-a da maneira que estava e coloquei-a fora o mais rápido possível. Imaginem só o tamanho do estrago, se eu à tivesse aberto.
Fazendo uma rápida regressão de memória, lembrei que algumas semanas antes, ela havia me contado por telefone, que precisou trocar as portas de seu guarda-roupa, pois o mesmo estava sendo destruído pelos cupins. Situação essa, que jamais pensei que aconteceria com as benditas cestas. Passei o maior sufoco para conseguir acabar com eles, mas depois de muito inseticida, consegui. 
Resumo da  história: Já se passaram alguns meses, mas de vez em quando esbarro em um  solitário cupim, vindo lá da zona norte,  me olhando atravessado, já adivinhando que vai ter perseguição...

No mistério do sem-fim equilibra-se um planeta.
E no planeta um jardim
e no jardim um canteiro,
no canteiro, uma violeta
e sobre ela, o dia inteiro.
Entre o planeta e o sem-fim, a asa de uma borboleta.
    Cecília Meireles 

Dia especial!!


Focinhos

Claudia Zippin Ferri

Ah, se as pessoas soubessem o que há por trás de um focinho,
Focinho úmido, geladinho,
Preto, marrom, desbotadinho,
Simples e lindos focinhos.

Ah, se as pessoas soubessem o valor de um focinho,
Focinho medroso ou metido,
Focinho manhoso, carinhoso,
Simples amigos focinhos.

Ah, se as pessoas tivessem ao menos um focinho,
Não sobre o próprio rosto,
Mas em carne, pelo e osso,
Fonte pura de carinhos.

Ah, se as pessoas protegessem os focinhos,
Focinhos que vivem sozinhos,
Amores desperdiçados; focinhos amargurados,
Focinhos pra todo lado.

Ah, se as pessoas conhecessem os focinhos,
Quanto amor, quanto carinho,
Anjos peludos, sem narizinhos.
Anjos fofos atrás de focinhos.

Ah, se eu pudesse ver todos os focinhos,
Amados e acolhidos,
Crianças da criação, anjos de bem querer,
Focinhos em plena evolução.

Ah, se as pessoas soubessem,
Quanto amor e dedicação,
Quanta vida, quanta paixão,
Quanto vale o amor de um cão.

Ah, se eu pudesse mostrar para todos, o valor de um focinho,
A gratuidade de um carinho,
O que existe de verdade,
Por trás de um simples focinho.


Este lindo poema eu trouxe lá do aufável caotinho da Lola: http://www.caotinhodalola.blogspot.com/ .
É com ele que eu gostaria de homenagear todos os biquinhos, boquinhas e focinhos deste planeta. E agradecer à Deus pela benção de podermos usufruir destas companhias tão especiais e que nos fazem tão bem.
Minha profunda admiração e gratidão à São Francisco de Assis que com muito amor, dedicou sua vida inteira aos necessitados de tanto carinho e respeito.    

Neste fim de semana teve...

Domingo com benção aos aumiguinhos!!


Sábado com brincadeira na praça...

 Sexta com presente.
Fotos: Fernanda Eick e Cris(aumigos da praça)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A gatinha mochileira

Gata mochileira "adota" casal francês

A terceira integrante da viagem resolveu se unir à dupla nos Estados Unidos, para conhecer outros países nos ombros dos pais adotivos.
Sob o lema “dinheiro não compra felicidade”, o jovem casal francês Laetitia Casareto, 26 anos, e Guillaume Guimaraes, 23 anos, colocou o pé na estrada no dia 27 de setembro de 2008, e partiu de Miami, nos Estados Unidos, rumo a Ushuaia, capital da Terra do Fogo, localizada ao extremo Sul da Argentina. Nessa jornada de 15 mil quilômetros eles passarão por 13 países, gastando um euro cada um, por dia, para se alimentarem. O objetivo do “Turn of the World” é mostrar que “em um mundo em crise econômica, onde o dinheiro se torna uma obsessão”, é possível viver sem ele. O jovem casal pretende explorar o conceito de dinheiro nos países por onde passarão, através de encontros com pessoas pobres, ricas, da classe média, observando como deles fazem para viver ou sobreviver.
Ok, mas o que tem essa história toda tem a ver com bicho de estimação? É que Guillaume e Laetitia ganharam uma companhia quando ainda estavam nos Estados Unidos, mais precisamente, em Louisiana. Uma linda gatinha, com apenas dois meses, resolveu se juntar à dupla. Kitty, como foi batizada, não desgruda dos franceses.
Esperta, ela se ajeita nos ombros ou no pescoço de Guillaume, ou no colo de Laetitia, e assim vai cruzando fronteiras. O casal até improvisou uma mini sombrinha para que Kitty se proteja do sol, ou da chuva durante a viagem. Mas não pensem que Kitty dorme ao relento, desabrigada. Assim como os franceses ela dorme dentro da barraca, e com direito a cobertor.
Com apenas uma muda de roupa, o casal da França carrega apenas a barraca, cobertor, uma câmera de vídeo, saco de dormir, um fogão, um gerador de energia, e a gatinha. Para quem ficou curioso e quer saber mais sobre a aventura de Guillaume, Laetitia e Kitty, basta acessar: www.turnoftheworld.com.

Tentei reduzir o nº de fotos, mas não consegui, pois são todas lindas d+. 





















...viajar é um exercício para se perceber a vida.
Quando a gente olha para uma janela e já não percebe mais o que está do lado de fora;
Quando a gente olha para o amigo e já não conhece mais este rosto;
Quando a gente fala uma língua e já não percebe mais o que diz, está na hora de viajar.
Está na hora de viajar e se sentir estrangeiro.
E quando a gente volta, a gente consegue olhar pela janela, olhar para o amigo e falar a própria língua, quem sabe se sentindo estrangeiro na própria terra.
E, se sentindo estrangeiro na própria terra, a gente volta a viver...

Gilson Vargas (Diretor do programa  -  LONGE DE CASA)

Faças uma boa viagem e tenhas um lindo findi!!

Reciclagem em dose dupla

Eu tenho um amigo que disse outro dia, que me acha meio maluquete (isso mesmo, porque maluquinha é coisa do passado), de tanto que eu a d o r o reciclar. Mesmo achando engraçada esta sua declaração, eu discordo dele. Apenas me considero uma "cidadã consciente".  - Se posso aproveitar, porque descartar?
Penso também que além dos inúmeros afazeres que temos durante um único dia, que nos obriga sermos práticas e objetivas, podemos desfrutá-lo com criatividade, basta vontade. 
Foi a forma que encontrei para decorar de um jeito diferente este cachepô de lata e as caixinhas de salgadinhos, que utilizarei como embalagens para presente. 
Primeiro preparei as peças. Na lata passei uma demão de primer e nas embalagens fiz um decoupage, com papel amassado. Depois de prontas, separei-as e fui confeccionar a minha produção de latas.
Agora a invenção: Evitando lavar o pincel toda vez que trocava de cor, primeiro eu tirava todo o excesso da tinta, passando-o nessas peças, assim eu economizava tempo e água. Daí surgiu este mesclado de cores que, com alguns detalhes em preto e fitas coloridas para arrematar, formou-se uma reciclagem em dose dupla. Será  que sou maluquete mesmo??  

Confecção: atelier tapera urbana